Sexo no pelo: uma alternativa para o rombo no INSS
O Brasil sangra. Enquanto a equipe econômica se descabela com a reforma tributária, o cidadão médio comete o crime mais hediondo contra o tesouro nacional no escurinho de seu quarto: o uso do preservativo.
Cada unidade de camisinha descartada é, em essência, um bilhete de loteria premiado jogado no lixo; um contribuinte em potencial que nunca conhecerá o prazer de pagar um IPVA. E como fazer para lidar com tamanho egoísmo?
O grande problema
O jornal Via de Regra, reforçando seu compromisso com causas graves, vem a público dizer que estamos vivenciando uma greve reprodutiva silenciosa. Se o Estado não pode taxar o consumo, ele deve, por obrigação moral e fiscal, fomentar a produção de consumidores. O "sexo no pelo" deve deixar de ser uma preferência libidinosa para evoluir e se tornar uma política estatal.
Para aprofundar o debate, nossa equipe de reportagem foi conversar com o Mestre Luan Oliveira, especialista em sexo no pelo, para discutir a relação de gozar dentro com o INSS.
“O uso de camisinha é trágico. As pessoas pensam no prazer imediato, mas esquecem que um bebê hoje é uma fonte de arrecadação de ICMS em 2045. O brasileiro precisa entender que o patriotismo começa nos lençóis. Eu sempre digo nas minhas palestras: não basta o gigante acordar, ele também tem que gozar."
Patriotismo nos lençóis
Portanto, o Via de Regra faz um apelo: em época de eleição todo mundo vira patriota, não é? Então é hora de começar a mostrar o seu patriotismo e a sua coragem fiscal jogando fora todas as suas camisinhas. O prazer é efêmero, mas o rombo da previdência é eterno.
Convidamos, ainda, os nossos eleitores mais ousados a tirarem uma foto com seus parceiros sem o uso de camisinha e enviar pro editor do jornal, que coleciona esse tipo de material gostoso.
Que a próxima geração não seja fruto do acaso, mas de um esforço conjunto para que nossos netos possam, um dia, herdar o direito de também se aposentarem aos 95 anos.

O texto mais cristão que já li, será que a editora deste jornal é temente a Deus?
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